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quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

sexta-feira, 7 de abril de 2023

Aniversário

Lembramos hoje o génio do modernismo português


José Sobral de Almada Negreiros foi um dos mais importantes artistas portugueses do século XX. Nasceu a 7 de Abril de 1893 em São Tomé e Príncipe, então colónia portuguesa, mas passou grande parte da sua vida em Portugal. Almada destacou-se como pintor, escritor, poeta, dramaturgo e até como bailarino. Foi uma figura fundamental no modernismo português e influenciou profundamente as artes plásticas e literárias do país.

A sua obra plástica é vasta e multifacetada, incluindo pinturas, desenhos, gravuras e até cenários e figurinos para teatro. Entre as obras mais emblemáticas contam-se os painéis de decoração da estação de metropolitano de Alvalade, em Lisboa, e o quadro "Retrato de Fernando Pessoa", na Fundação Calouste Gulbenkian.

Como escritor, Almada Negreiros é conhecido pelos poemas vanguardistas e pelas peças de teatro, que romperam com as convenções da época. Destacam-se, entre outras, as peças "Antes de Começar" e "Deseja-se Mulher", bem como o poema-manifesto "Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX". Almada também deixou uma vasta obra ensaística, em que reflectiu sobre a arte e a cultura portuguesas.

Almada Negreiros faleceu a 15 de Junho de 1970, deixando um legado artístico incontornável. A sua figura é lembrada como uma das mais criativas e inovadoras da cultura portuguesa. A Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, tem um vasto acervo de obras de Almada Negreiros, incluindo pinturas, desenhos e manuscritos, que podem ser apreciados pelo público em geral.

quarta-feira, 5 de abril de 2023

Aniversário

𝐋𝐞𝐦𝐛𝐫𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐡𝐨𝐣𝐞 𝐮𝐦 𝐩𝐨𝐞𝐭𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐛𝐫𝐨𝐮 𝐩𝐚𝐫𝐚𝐝𝐢𝐠𝐦𝐚𝐬

José Carlos de Queirós Nunes Ribeiro, ou 𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐐𝐮𝐞𝐢𝐫ó𝐬, nasceu em Lisboa, a 5 de Abril de 1907, e faleceu em Paris, a 27/28 de Outubro de 1949. Foi um poeta português com uma vida breve que deixou uma marca duradoura na poesia portuguesa do século XX. 

Em 1935, publicou seu primeiro livro de poesia, intitulado "Desaparecido", que foi muito elogiado pela crítica literária da época. O seu estilo poético é caracterizado pela simplicidade, sinceridade e musicalidade.

Em 1948, publicou o segundo e último livro, intitulado "Breve Tratado de Não Versificação". Nesta obra, o poeta faz uma reflexão sobre a poesia e a não poesia, rompendo com os padrões tradicionais da métrica e da rima. O livro é uma espécie de manifesto poético que exalta a liberdade criativa e a originalidade.

Apesar de ter falecido prematuramente aos 42 anos de idade, Carlos Queirós deixou um legado poético importante. A sua obra foi reunida e publicada postumamente em 1984, com o título "Desaparecido – Breve Tratado de Não Versificação". Em 1989, os poemas dispersos de sua autoria foram reunidos e publicados em a "Epístola aos Vindouros e Outros Poemas".

A poesia de Carlos Queirós é uma celebração da vida e da liberdade. A sua obra continua a inspirar poetas e leitores em Portugal e em todo o mundo.

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