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terça-feira, 10 de outubro de 2023

LIBERDADE NEIGHBORHOOD

Today, I spent the day at Liberdade neighborhood visiting the Japanese community in São Paulo, Brazil. I also took the opportunity to have a meal at the Thaifood restaurant. An occasion not only to taste the very familiar ingrediants of the Tom Yum Goong, but also to speak Thai with some of the staff. It was a happy moment reminding me how I miss Thailand 🙏🏻🇹🇭





sexta-feira, 14 de abril de 2023

Songkran (Thai New Year)

สวัสดีปีใหม่ | Happy New Year | Feliz Ano Novo

Over the past decade, I've made it my tradition to observe three New Year's Eve celebrations in a single year: the Western New Year, the Chinese New Year, and the Thai New Year known as Songkran. As we find ourselves in the latter season, it's time to indulge in the wonders of this festival.

Songkran is a time of joy, reflection, and renewal in Thailand, held annually from April 13 to 15. The festivities are spread across the country, with Bangkok and Chiang Mai being the most famous and lively. The festival marks the beginning of the traditional Thai solar calendar, coinciding with the hottest time of the year.

The highlight of Songkran is undoubtedly the water festival, where people joyfully drench each other with buckets, water guns, and hoses. This refreshing water symbolizes purification and renewal, believed to wash away any bad luck and sins from the past year, creating a playful atmosphere for all to let loose and bond after a year of hard work.

Apart from the water festival, Songkran offers many other traditional activities to explore. The parade of Buddha images is one of the most popular, where people carry statues of the Buddha through the streets while pouring water on them. It is a beautiful symbol of respect and devotion, as well as an opportunity to express gratitude and seek blessings for the new year.

Another essential aspect of Songkran is the offering of food and alms to the Buddhist monks. This act of generosity is a way for people to make merit and express their gratitude for the spiritual guidance and teachings provided by the monks. It is also a way to ensure that the monks have enough food and supplies to sustain themselves throughout the year.

quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Looking Around | Olhando em Redor

𝐈'𝐦 𝐭𝐡𝐞 𝐛𝐨𝐬𝐬 𝐨𝐟 𝐦𝐲 𝐨𝐰𝐧 𝐡𝐚𝐩𝐩𝐢𝐧𝐞𝐬𝐬 (versão portuguesa em baixo)


When I'm writing fiction, I'm a truly happy person.

Do you want to find out why?

I forget the insanity that has engulfed the world, the oppressors' wars, and the injustices perpetrated by the insane. They are all evil because they are unresolved with themselves.

How can I fight that?

I can be anywhere and at any time when I write. Either in the past, the present, or the future. I can freely travel through my imagination, describing anything exactly how I want it to happen.

Isn't that wonderful? Is this what happens to you when you sit down to write?

What if I'm a crazy writer? An evil mind that puts fictional thoughts into words in such a way that they almost sound real.

That is not an issue. I will not have such an impact on people that they will change their course simply because I said so. Rest in peace! I assure you that my beautiful imagination does no harm.

Why did I say beautiful? Am I being too narcissistic?

Absolutely not. It's beautiful because I can dream and write in whatever way I want. That is the power of verbalizing your thoughts.

Indeed, when I'm writing fiction, I'm a truly happy person.

Did you write any stories? What did you think?

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𝐒𝐨𝐮 𝐝𝐨𝐧𝐨 𝐝𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐫ó𝐩𝐫𝐢𝐚 𝐟𝐞𝐥𝐢𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞

 

Sou verdadeiramente feliz quando escrevo ficção.

Sabe porquê?

É quando esqueço a loucura que tomou conta do mundo, as guerras perpetradas pelos opressores e as injustiças dos loucos - são todos lunáticos porque não estão resolvidos com eles próprios.

Mas como luto contra este estado de coisas?

Quando escrevo posso estar em qualquer lugar e a qualquer hora, seja no passado, no presente ou no futuro. Posso viajar livremente pela minha imaginação, descrevendo algo exactamente como quero que aconteça.

Não é fantástico? Também acontece o mesmo quando você se senta para escrever?

E se eu for um escritor varrido da cabeça? Uma mente maligna que coloca pensamentos fictícios em palavras de tal forma que são quase reais?

Isso não é um problema, pois sei que não vou ter um impacto tão grande ao ponto das pessoas mudarem o seu rumo de vida simplesmente porque eu escrevi algo. Garanto-lhe que a minha bonita imaginação não traz nenhum mal ao mundo.

Mas por que disse bonita? Será que estou a ser narcisista?

Claro que não. É bonita porque posso sonhar e escrever do jeito que quiser. É esse o poder de verbalizar os meus pensamentos.

É por isso que sou verdadeiramente feliz quando escrevo ficção.

Já escreveu alguma história? O que sentiu?

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

"O Oriente Místico de Chao Balós", Cap. XXIX

O fascínio por uma mulher siamesa

"No topo das escadas desta grande morada, feita de rijas madeiras, assentes em grossas estacas, apareceram três mulheres roupadas com ricas sedas, que nada concordavam com o traje roto, e esfarrapado, de quem carregava eu nos meus braços. Tive para mim um grande fascínio pela elegante pose da moça donzela que se pôs adiante de todas as outras. O seu porte delgado, e baixa altura, fazia boa figura com os cabelos castanhos, curtos, e puxados para trás. Entrou logo em cuidados, ao dar conta do estado lastimoso em que se achava a mulher amparada nos meus braços, a qual deitei no chão com muito cuidado.

Os prantos de angústia, e gritos de aflição, que as outras mulheres bradaram neste meio tempo, puseram em sobressalto dois homens, que não sabendo o que se passava acudiram muito depressa a saber o que era. O mais velho, homem honrado de grossa fazenda, segundo o traje de sua pessoa, seria de cinquenta e poucos anos, e o outro (quiçá seu filho) sem embargo de se achar bem roupado, vinha até nós com passos pouco firmes, semelhantes às cambetas dos bêbados. Com isto se apressou o dito sacerdote a lhes dar miúda notícia do infeliz acontecimento.

Entregando a mulher ferida ao cuidado desta honrada gente, pousei em suas mãos um remédio, que muito ajudaria a sarar as feridas, que lhe toldavam o rosto. E estando prestes a fazer o meu caminho, quis uma voz suave me deter neste meu intento. Estremeci quando Belchior Barbosa, por saber a língua da terra, me disse que aquela moça donzela (de admirável formosura) estava muito agradecida, por pormos em salvo uma criada do serviço de sua família".

segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Momento Quora

 𝐎 𝐭𝐚𝐢𝐥𝐚𝐧𝐝ê𝐬 é 𝐨 𝐢𝐝𝐢𝐨𝐦𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐢𝐟í𝐜𝐢𝐥 𝐝𝐨 𝐦𝐮𝐧𝐝𝐨?

O tailandês está muito longe de ser a língua mais difícil do mundo.

Estudei tailandês durante um ano em Bangkok e consigo ler cerca de 85–90% das palavras. Escrever também não é difícil. Falar vai com a prática.

Difícil mesmo para quem começa é acertar correctamente no tom das palavras, porque uma pronúncia errad
a pode significar uma palavra totalmente diferente. Um caso bastante divertido, ou constrangedor, é ao tentar dizer "banana", não acertar na pronúncia e acabar por dizer "p*nis". A prática do dia-a-dia também resolve esta dificuldade da pronúncia.

Para mim, o mandarim e o cantonense (as outras línguas asiáticas com as quais tive contacto directo) são bastante mais difíceis, tanto a falar, como a ler e a escrever.

No entanto, é como tudo: disciplina e dedicação é o segredo para aprender uma língua nova.                  

Veja o link do Quora aqui: https://qr.ae/pvqKJ6

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Momento Quora

"Qual foi a ideia que te disparou a vontade de escrever um de seus livros?"

"Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Três coisas que cada pessoa deve fazer durante a sua vida" - José Martí, poeta cubano.

Tudo começou em Junho de 2012, quando fui orador no C&C Clube, em Macau - China, da palestra “Os portugueses no Sião”. No final do evento fui encorajado a escrever um livro sobre o tema da palestra.

Depressa percebi que não ia adiantar nada de novo ao que historiadores, ou investigadores, já tinham avançado. Decidi então escrever um romance histórico sobre um português do século XVI, que deixa o Reino de Portugal e vai para o Oriente, onde vive um sem-número de aventuras.

No primeiro ano escrevi 27 páginas no Word. Foram as mais difíceis de toda a obra. Vivia então em Macau.

Em Abril de 2014, durante uma das recorrentes viagens de fim-de-semana a Bangkok, despertou-me o interesse em centrar parte da história no antigo Reino do Sião, que grosso modo corresponde à actual Tailândia.

Em Setembro de 2018 aceitei uma oferta de trabalho e passei a residir em Bangkok. Foi também nesta grande metrópole asiática que terminei de escrever a minha obra de grande fôlego (são mais de quinhentas páginas).

E foi assim que nasceu O Oriente Místico de Chao Balós, agora disponível na loja online da Amazon. Se tiver oportunidade de ler, entre em contacto comigo e diga-me qual é a sua opinião.

Veja o link no Quora: https://qr.ae/pvWjra

Dia-a-dia em Bangkok

Não é a chuva nem o mau tempo da época da monção que me faz gostar menos de Bangkok 💓💓💓


segunda-feira, 29 de agosto de 2022

Leitura do Dia

“A History of Ayutthaya, Siam in the Early Modern World”, de Chris Baker e Pasuk Phongpaichit. 

"Os reis acumulavam esposas e consortes por razões práticas de sustentar a linhagem e construir alianças matrimoniais, mas também como demonstração simbólica de poder do rei. [Tomé] Pires relatou na década de 1510 que o rei siamês 'tem muitas esposas, mais de quinhentas,' provavelmente um exagero, mas indicativo de um número impressionante".

Página 110

(traduzido do inglês)



domingo, 24 de julho de 2022

Leitura do Dia

"Os Portugueses e o Sião no Século XVI", de Maria da Conceição Flores.


"RELIGIÃO E COSTUMES

Nos relatos portugueses podemos encontrar igualmente bastantes informações acerca dos costumes e da religião praticada pelos Siameses, pormenores que interessavam bastante a um Portugal e a uma Europa desejosos de conhecer notícias exóticas sobre os novos e velhos mundos recém-descobertos.

De uma maneira geral, os Siameses são considerados como homens honrados, que se expressavam com modéstia. Andavam nus da cintura para cima e cobriam a parte inferior do corpo com panos de algodão, ou então vestiam umas roupas de seda. Usavam geralmente a cabeça rapada, deixando apenas umas guedelhas de cabelo sobre a face".

Página 131.


terça-feira, 5 de julho de 2022

Leitura do Dia

"The Palace Law of Ayutthaya and the Thammasat - Law and Kingship in Siam"

Um raro e importantíssimo livro que tive a felicidade de adquirir para conhecer e perceber a vida em Odiaa (Ayutthaya), capital do Reino do Sião, actual Tailândia, a partir de 1351, até à sua queda às mãos dos birmanes, em 1767.


"Atribuições Impróprias

80 - Quaisquer cortesãos que se reúnam para beber licor, jogar ou ter luta de galos e sejam vistos por outros, que se imponha uma pena suspensa.

81 - Se um oficial do palácio traseiro se for encontrar com um cortesão ou soldado, é condenado à morte.

82 - Se um governador de cidade se for encontrar com outro governador de cidade numa cidade é condenado à morte".


Página 98 (traduzido do inglês).



sábado, 14 de maio de 2022

Trabalho Árduo em Banguecoque

Em 2020, passei incontáveis horas divididas entre a pesquisa e a leitura neste Starbucks localizado numa área contígua à estação de Phetchaburi do MRT (Metro) de Banguecoque, na Tailândia.





terça-feira, 10 de maio de 2022

Bandel dos Portugueses em Odiaa

Em Agosto de 2012 visitei, pela primeira vez, o local onde se situava o bandel dos portugueses em Odiaa (Ayutthaya), na actual Tailândia. Este antigo bairro ganha destaque na segunda metade do meu romance histórico, pois é aqui que Chao Balós vive durante vários anos e, depois de partir a contragosto, regressa para cumprir a etapa final da sua vida. Confesso que tive um "dejá vu", ao olhar para as ruínas da antiga igreja portuguesa de São Domingos e para o fronteiro rio Chao Phraya, ao sentir uma alegria imensa, por ter dentro de mim aquele sentimento de revisitar um lugar que me era bastante conhecido, todavia, sem nunca aqui ter estado. Sucederam-se outras visitas e tive sempre a mesma satisfação de (agora sim) revisitar um espaço que durante vários séculos foi a casa de portugueses, mestiços e gentes de outras nações.












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