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terça-feira, 26 de setembro de 2023

PORQUE VOAS TÃO ALTO? - POESIA

A incorporar o prefácio (que por motivos de agenda só agora chegou às minhas mãos) na versão ebook. Luanda 🇦🇴 é o lugar ideal para tal... Agora só falta escolher a data para o lançamento oficial do livro físico.

segunda-feira, 1 de maio de 2023

"O Oriente Místico de Chao Balós"

Primeiro aniversário na Amazon

Estou bastante empolgado ao comemorar hoje o primeiro aniversário do lançamento mundial do meu romance histórico "O Oriente Místico de Chao Balós", na versão ebook, no sítio da Amazon.com. Desde o lançamento, o livro tem sido um sucesso, recebendo críticas positivas de leitores de várias partes do mundo. 

Se ainda não leu, aqui está a oportunidade para se aventurar numa história emocionante sobre um português do século XVI que embarca numa jornada épica através do Oriente. O herói testemunha também, na primeira pessoa, variadíssimos acontecimentos que marcaram a expansão portuguesa no continente asiático, indo ao encontro das expectativas dos amantes de História mais fervorosos. 

Mais novidades estão a caminho. Uma delas é o lançamento para breve, no formato "capa comum", podendo o leitor mais exigente sentir as emoções da trama à medida que folheia as páginas do livro. 

Não perca a oportunidade de embarcar nesta jornada incrível. Compre o seu exemplar na Amazon.com e viva na primeira pessoa uma história que nunca esquecerá: www.amzn.com/B09Y6B8Y5Q

domingo, 2 de abril de 2023

Momento Quora

Como publicar um livro de forma independente?

Publicar um livro de forma independente pode ser uma óptima opção para autores que desejam ter o controlo total sobre o processo de publicação e distribuição do seu trabalho. Aqui estão alguns passos que pode seguir para publicar o seu livro de forma independente:


Escreva e faça a revisão do seu livro
: Antes de começar a pensar em publicar, é importante ter um livro escrito e revisto. Certifique-se de que o livro esteja pronto para ser publicado e que tenha sido revisto por um profissional para garantir que não haja erros ortográficos ou gramaticais.

Formate o livro: A formatação é importante para garantir que o livro tenha uma aparência profissional. Pode contratar um profissional para fazer a formatação ou usar ferramentas de formatação gratuitas disponíveis online.

Crie uma capa: A capa do livro é importante para chamar a atenção dos leitores e deve ser bem projectada. Pode contratar um designer para criar a capa ou usar ferramentas online para fazê-la você mesmo.

ISBN: O International Standard Book Number (ISBN) é um número exclusivo que identifica o seu livro em todo o mundo. Pode solicitar um ISBN na agência nacional de ISBN.

Distribuição: Existem várias opções para distribuir o seu livro, como a Amazon Kindle Direct Publishing, a Apple Books e a Kobo Writing Life, entre outras. Certifique-se que a sua obra esteja disponível em todos os formatos (impresso, eBook e audiolivro).

Marketing: O marketing é parte importante da publicação independente. Use as redes sociais, os anúncios pagos e as plataformas de promoção de livros para divulgar o seu trabalho.

Geralmente, os autores independentes precisam arcar com os custos de publicação e marketing dos seus livros. Portanto, é importante criar um orçamento para o processo de publicação e considerar cuidadosamente os custos envolvidos.

Publicar um livro de forma independente pode ser um processo desafiador, mas também gratificante, dando aos autores o controlo de todo o processo.

Veja a publicação no meu Quora: https://qr.ae/prBBRR

FOTO © Sumit Mathur

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Leitura do Dia

Às vezes, apetece-me ler o meu romance histórico no telemóvel / celular. Invariavelmente pela manhã. Hoje foi um desses dias…

sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Capítulo XXVI

O que Abenabo conhecia de Jerusálem 

    “Depois de Abenabo me falar miudamente da rua vulgarmente dita da amargura, pela qual Jesus Cristo foi com a Cruz às costas, desde a casa de Pilatos, até ao Calvário, onde foi por nós oferecido, e sacrificado, para a salvação do mundo, ouvi dele com muita curiosidade que o sagrado Monte Olivete fica numa encosta, em que subindo por um certo caminho, e chegando no meio dele, se acha à vista o Templo de Salamão, e quase toda a cidade.

É o dito Monte Olivete, onde o nosso Redentor recebeu a traição de Judas (que o entregou aos Romanos, antes d’Ele ir à casa de Caiphas, e à casa de Pilatos, e daqui ao Calvário), muy venerado por Turcos, e mouros, assim como por cristãos de muitas nações, que se põem ali a orar, e a cantar, e a contemplar, na vigília D’Ascensão de Nosso Senhor.

    Na Capela D’Ascensão fazem os moçalmans grande devoção à pedra onde está uma pegada do Redentor do mundo quando Ele teve por bem tornar aos Céus. A outra metade desta pedra, também com outra pegada de Jesus, está no Templo de Salamão, ali posta quando a terra era de cristãos, sendo agora tida em grande veneração por Turcos, e mouros”.

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

"𝐎 𝐎𝐫𝐢𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐌í𝐬𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐡𝐚𝐨 𝐁𝐚𝐥ó𝐬", 𝐏𝐞𝐝𝐫𝐨 𝐃𝐚𝐧𝐢𝐞𝐥 𝐝𝐞 𝐎𝐥𝐢𝐯𝐞𝐢𝐫𝐚, 𝐌𝐚𝐢𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟐.

Leia a história de um português do século XVI que deixa o Reino de Portugal e se aventura no Oriente distante onde conhece Fernão Mendes Pinto, Luís Vaz de Camões e S. Francisco Xavier: https://www.amzn.com/B09Y6B8Y5Q

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

"O Oriente Místico de Chao Balós", Cap. XX

Cativos no mar Arábico 

“Depois de levantarmos âncora deste formoso porto de Mascáte, velejávamos por nossa derrota no mar alto quando enxergámos a aproximação de duas naus pejadas de mouros, sem pormos diante dos olhos o cometimento que nos esperava.

Ao percebermos que as ditas embarcações nos vinham fazer guerra, empreendemos as maiores pressas para fugirmos do perigo em que já estávamos metidos; porém fomos logo assombrados com tiros de falcões, roqueiros, e berços, que nos romperam as velas. Três dos nossos morreram queimados, por causa das panelas de pólvora, que lançaram sobre nós, e ao sermos abalroados puseram 50 ou 60 mouros dentro da nau, ficando todos nós rendidos”.

quarta-feira, 17 de agosto de 2022

"O Oriente Místico de Chao Balós", Cap. XIX

Viagem à Arábia e Pérsia

“Aziscão, da privança do Xech Raxit, passava muitas vezes à cidade de Goa aonde fazia com muy grosso proveito o trato privado de aljofre, e pérolas da ilha Barem, que fica ali a cinco dias de navegação de Ormuz. Homem muito alto, e formoso, de tez alva, e bem apessoado, vestia os seus panos de seda apertados por uma rica cinta com adaga guarnecida a ouro, e prata.

Muito me alegrava fazer falas com a sua filha, por nome Caman, quando os parentes, e as criadas, não estavam por perto, e os dois mercadores se deleitavam à mesa por largo tempo com faustos banquetes, recolhendo-se depois para tocar, e ouvir boa música, com os instrumentos próprios da terra. O meu coração palpitava, como que a querer sair fora do peito, quando trocávamos olhares, ou cochichávamos fora das vistas do seu pai, e todos os seus outros parentes”.

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Capítulo XVIII

Do que mais sucedeu até Nuno da Cunha chegar à Índia como governador:

Pero de Faria, arrebatado por uma grande ira, mandou chamar o Governador, o qual chegando com os seus à rua de São Jorge viu grande cópia de gente (onde também se achava esta minha pessoa), com muitas lanças, e alabardas, nas mãos: a qual gente acorria à causa de Heytor da Silveira. Vendo o Governador que Heytor da Silveira se achava com os seus partidários, e pelo risco em que tudo ficava, rompeu muy supitamente pela gente, com o propósito de chegar defronte das casas. Diogo da Silveira chegando-se ao balcão fez uma fala desta maneira para quem na rua estava pelo seu primo:

Não vedes, Senhores! Isto, que quer Lopo Vaz, que aí está, tomar por força a governança da India, a cuja é, mas não é bem que lhe consintam.

Entrando-me isto pelas orelhas, tirei logo a adaga da cinta, pois era minha determinação chegar à beira do Governador, e fazer justiça por minhas próprias mãos. Havia que lhe dar este merecimento o quanto antes para salvação da nossa India, e glorificar o trabalho d’el Rey de Portugal, que arruinado já estava com Lopo Vaz de Sampayo. Com tudo fui logo agarrado nas mãos, e peito, por Saipe, e outros dois marinheiros da minha esquipagem, os quais me rogaram para não começar esta briga; porque dela poderíamos sair muito mal tratados, e com risco de nossa própria vida”.

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Capítulo XVII

As diferenças entre Lopo Vaz de Sampaio e Pero Mascarenhas:

Neste ano de 1526, zarpava de Portugal mais uma armada da Carreira da Índia, com duas novas sucessões, enviadas por el-Rei D. João III, ao governador D. Henrique de Menezes, após o monarca ter recebido a notícia, em Outubro do ano anterior, da morte de Vasco da Gama, e respectiva sucessão. Eram capitães desta armada Francisco de Anhaia, Tristão Vaz da Veiga, António de Abreu, Vicente Gil e António Galvão (não houve capitão-mor).

Chegando os dois primeiros a Cochim com as vias de sucessão, não quiseram entregá-las a Afonso Mexia, dado que não podiam fazê-lo a D. Henrique de Menezes, que já tinha falecido, nem a Pero Mascarenhas, que era o legítimo governador, mas estava em Malaca. Tal facto não demoveu o vedor da fazenda, que depois de convencê-los a muito custo do contrário por requerimentos e debates chamou a si a responsabilidade de abrir as sucessões, que indicavam Lopo Vaz de Sampaio como governador na morte de D. Henrique de Menezes, e António de Miranda de Azevedo como capitão-mor do mar, enquanto Pero Mascarenhas sucedia a Lopo Vaz de Sampaio na sua morte.

Num alvará solto que Afonso Mexia encontrou nas vias, D. João III explicava a D. Henrique de Menezes, e ao vedor da fazenda, que não se usasse as sucessões dos governadores que estavam na Índia, mas que as enviasse fechadas no segredo em que estavam. E se as novas sucessões não chegassem à Índia e falecesse D. Henrique de Menezes, também não seriam abertas as antigas, dado que governava Lopo Vaz de Sampaio até chegarem as novas, sendo então governador quem nelas fosse nomeado. Deste alvará se disse que fora falseado, e metido nele esta parte de dizer que Lopo Vaz governasse até virem as sucessões novas, assinalou Gaspar Correia”.

quarta-feira, 15 de junho de 2022

"O Oriente Místico de Chao Balós", Cap. III

Partida do rio Tejo para a Índia:

"Na boca do rio Tejo se deteve a frota até o vento ser suficiente à viagem, e a capitânia disparar um tiro, sinal mais do que aprovado que era chegado o momento de nos pormos ao caminho. Nas costas da nau Salvador iam as velas dos capitães Dom Antonio D’Almeida, que ia na nau Santo Espírito, Manoel de Macedo, que ia no galeão São Leão, Pero D’Afonseca, que ia na nau Loba, do armador Jorge Lopes Bixorda, e Aires da Cunha, que ia na nau São Miguel.

Navegando para fora do rio Tejo, fomos escoltados por três caravelas da Armada da Costa, as quais, por ordem expressa d’el Rey, zelavam pela segurança de nossas pessoas. Deixando para trás o Promontório Bárbaro, fomos descendo a costa e surgimos à vista do Promontório Sacro, onde numa longa data esteve oculto o corpo do diácono e mártir São Vicente. Porque havia notícia de algumas velas de mouros a navegar não muito longe das ditas paragens, e para que estes barcos pejados de ladrões não fossem tentados a nos cometer mais a Sul, se fez a rendição da Armada da Costa ao largo do Promontório Sacro, por duas caravelas da Armada do Estreito".


segunda-feira, 30 de maio de 2022

Excertos da minha obra...

Olá a todos! Durante os próximos meses vou publicar excertos da minha obra. Incluirá o prólogo, 43 capítulos e o epílogo. Espero que se divirtam.

sábado, 14 de maio de 2022

Trabalho Árduo em Banguecoque

Em 2020, passei incontáveis horas divididas entre a pesquisa e a leitura neste Starbucks localizado numa área contígua à estação de Phetchaburi do MRT (Metro) de Banguecoque, na Tailândia.





quarta-feira, 11 de maio de 2022

Desafios

“Tudo vale a pena. Se a alma não é pequena”,

Fernando Pessoa

Um dos primeiros desafios com o qual me deparei, assim que decidi enveredar pelo romance histórico, foi o estilo de escrita a adoptar. Será que deveria escolher a escrita em vigor no século XVI, um pouco adaptada aos dias de hoje? Ou deveria enveredar pela actual? E quanto à narração, seria melhor vertê-la na primeira ou na terceira pessoa? Optei pela mais desafiante: a escrita antiga (na primeira pessoa).

Ao pesquisar na internet, e passar os olhos por livros coevos dos séculos XVI e XVII, facilmente descarregáveis no formato PDF, tive imensa dificuldade em articular a leitura, porque a forma de escrita era algo a que não estava habituado. Havia depois que moldar o personagem e criar o enredo que o levasse ao Oriente, afinal o propósito primário do romance histórico…

Imediatamente, surgiram dúvidas e dificuldades inultrapassáveis, estas apenas imagináveis no meu íntimo, conforme o passar do tempo foi disso testemunha.”Oh, não sei nada sobre a vida do Portugal do século XVI. Como vou ultrapassar esta fase?”, questionei-me inicialmente fruto da avassaladora inexperiência nestas andanças. A mesma dificuldade chegou depois ao descrever a viagem da Carreira da Índia. Seguiram-se os capítulos referentes a Goa, Malaca, Samatra, e por aí adiante.

No primeiro ano completei 26 páginas no Word. Estas foram as mais difíceis de todo o romance, pois foram alvo de incontáveis alterações, cortes, acrescentos e revisões. Todas estas contrariedades foram superadas, com maior ou menor dificuldade, através de árduo trabalho, muita leitura e imenso tempo dedicado à pesquisa.

Para dar realismo à novela havia que despir a pele do homem dos séculos XX e XXI – no fundo, a minha pessoa – e tentar descrever, o melhor possível, a mentalidade do século XVI. Encarei este enorme desafio com grande vontade de aprender e ficar imerso no modo de vida de outrora, tendo por vezes a forte sensação de o ter vivido na primeira pessoa.

Actualmente, dá-me grande prazer ler aqueles livros coevos, que dão corpo a uma maravilhosa forma de escrita, por vezes bastante atabalhoada, mas que surpreende pela formosura das palavras empregues. Por incrível que pareça, também sinto grande à vontade para escrever ficção à moda antiga, o que será algo a evitar caso no futuro decida publicar um título que escape ao âmbito do romance histórico… 

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Ranking de vendas na Amazon

Logo no primeiro dia, o romance histórico "O Oriente Místico de Chao Balós" chegou a figurar em 31º lugar no ranking de vendas da Amazon, para a categoria "romances em português", no formato eBook. Cheguei a estar à frente, por exemplo, de "A Varanda do Frangipani", de Mia Couto.





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PORQUE VOAS TÃO ALTO? Este livro de poesia é uma viagem intensa pelas experiências de vida de um possível alter ego do autor. Desde o camp...