Mostrar mensagens com a etiqueta lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta lisboa. Mostrar todas as mensagens

domingo, 2 de julho de 2023

O Oriente Místico de Chao Balós

Quem é o personagem principal?

Chao Balós

Aventureiro destemido, foi escravo, corsário, embaixador e mercador de grossos cabedais no Oriente distante. Viveu em primeira mão o choque de culturas, as religiões, os diferentes hábitos e costumes, as lealdades e as traições. Assim como outros portugueses no seu tempo.

Os amores e desamores também se fazem notar: afinal, são um dos prontos fulcrais da trama.

Poucos terão tido a sorte de se cruzar em vida com Fernão Mendes Pinto, com Luís Vaz de Camões e com São Francisco Xavier. Saiba por que o herói não é mencionado na Peregrinação. Descubra se Luís Vaz de Camões esteve, ou não, em Macau. E conheça a profecia de São Francisco de Xavier.

Uma leitura obrigatória repleta de detalhes históricos e personagens marcantes.

Disponível na Amazon, nos seguintes mercados:

Portugal – https://tinyurl.com/mr3td4v (Amazon.es)                                    

Macau, Brasil e EUA – https://tinyurl.com/2cupejd3 (Amazon.com)

Reino Unido – https://tinyurl.com/fbn64jsn (Amazon.co.uk)

quarta-feira, 5 de abril de 2023

Aniversário

𝐋𝐞𝐦𝐛𝐫𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐡𝐨𝐣𝐞 𝐮𝐦 𝐩𝐨𝐞𝐭𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐛𝐫𝐨𝐮 𝐩𝐚𝐫𝐚𝐝𝐢𝐠𝐦𝐚𝐬

José Carlos de Queirós Nunes Ribeiro, ou 𝐂𝐚𝐫𝐥𝐨𝐬 𝐐𝐮𝐞𝐢𝐫ó𝐬, nasceu em Lisboa, a 5 de Abril de 1907, e faleceu em Paris, a 27/28 de Outubro de 1949. Foi um poeta português com uma vida breve que deixou uma marca duradoura na poesia portuguesa do século XX. 

Em 1935, publicou seu primeiro livro de poesia, intitulado "Desaparecido", que foi muito elogiado pela crítica literária da época. O seu estilo poético é caracterizado pela simplicidade, sinceridade e musicalidade.

Em 1948, publicou o segundo e último livro, intitulado "Breve Tratado de Não Versificação". Nesta obra, o poeta faz uma reflexão sobre a poesia e a não poesia, rompendo com os padrões tradicionais da métrica e da rima. O livro é uma espécie de manifesto poético que exalta a liberdade criativa e a originalidade.

Apesar de ter falecido prematuramente aos 42 anos de idade, Carlos Queirós deixou um legado poético importante. A sua obra foi reunida e publicada postumamente em 1984, com o título "Desaparecido – Breve Tratado de Não Versificação". Em 1989, os poemas dispersos de sua autoria foram reunidos e publicados em a "Epístola aos Vindouros e Outros Poemas".

A poesia de Carlos Queirós é uma celebração da vida e da liberdade. A sua obra continua a inspirar poetas e leitores em Portugal e em todo o mundo.

quinta-feira, 16 de março de 2023

Aniversário

Lembramos hoje um ícone da literatura portuguesa do séc. XIX

Camilo Castelo Branco, um dos mais famosos escritores portugueses do século XIX, faria hoje anos se ainda estivesse vivo (nasceu em Lisboa, a 16 de Março de 1825)

Ao longo da sua vida escreveu mais de 260 obras, entre romances, peças de teatro e poesia, sendo "Amor de Perdição" considerado um clássico da literatura portuguesa. A obra retrata de forma fiel e realista a sociedade portuguesa da época, bem como as suas lutas internas, o que o torna num dos mais importantes autores do romantismo em Portugal.

Embora seja reconhecido pelo seu talento literário, Castelo Branco teve uma vida pessoal turbulenta, com vários relacionamentos amorosos e problemas financeiros. No entanto, a sua obra continua a ser admirada e estudada até aos dias de hoje, sendo um exemplo do rico património cultural de Portugal.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Leitura do Dia

“Historia Tragico-Maritima”, Tomo II, por Bernardo Gomes de Brito.


"Chegando a vinte e seis gràos do Sul hum dia à bocca da noite (ou huma noite bocca da morte) hindo a Nao com todas as vèlas dadas, e ellas cheyas de todo o vento que podiaõ recolher, que nao seria pouco: pois só da Gàvea tinha mil seis centas varas, segundo o Mestre me disse; e nòs todos tão contentes por nos ter entrado aquella tarde vento que desejávamos; eisque subitamente quebra, e desaparece o lème, e sey eu por boa via, que a causa foy desobediencia pura, que no mar e na terra sempre obra semelhantes effeitos.

Jà V. R. vê, que noite aquella seria para primeira meditaçaõ dos Novissimos, naõ imaginando, que couza he a morte, senaõ vendo com os olhos sua propria figura; cujo preludio foy huma confissão, que todos fizemos para victima desta vida.

O dia seguinte, e alguns mais se gastàraõ em deliberar sobre o remédio, que forao dous mastros, ou vergas lançadas por popa, ao modo com que se governaõ os barcos de riba do Douro; e acabado este, se gastàraõ outros tantos dias no acordo da derrota, que se tomaria; athè final rezoluça que foy hir em demanda da Bahia de todos os Santos no Brazil, ainda que contra hum expresso Regimento d'EìRey, porque necessidade naõ tem ley”.

Págs. 323-4.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Leitura do Dia

"1640 (O poeta, a professa, o prosador e o pregador)", por Deana Barroqueiro.

Comemora-se hoje em Portugal o dia da Restauração da Independência. O romance histórico de Deana Barroqueiro abarca um período conturbado que nos permitiu ficar livres do jugo da Dinastia Filipina:

"No dia 1 de Dezembro de 1640, ao soarem as nove horas da manhã, de umas carruagens discretamente paradas no Terreiro do Paço saíram alguns fidalgos que, ocultando as armas sob as capas, assaltaram o Paço Real, sem encontrar resistência. Em 15 minutos os amotinadores mataram o secretário Miguel de Vasconcelos, que descobriram escondido num armário, lançaram o seu corpo pela janela para junto do povo na praça e proclamaram rei de Portugal o 8º Duque de Bragança.

A multidão saqueou o Palácio e deu vivas ao futuro rei D. João IV, mas a cerimónia oficial da aclamação só teve lugar na manhã de 15 de Dezembro num palco armado no Terreiro do Paço, aos gritos de "Real, Real, Real, por El-Rei D. João IV, rei de Portugal!". A vice-rainha espanhola, a Duquesa de Mântua, refugiou-se no Convento de Santos-o-Novo e vai regressar a Espanha.  

O movimento da Restauração despertou grande entusiasmo por todo o país...".

quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Looking Around | Olhando em Redor

𝐈'𝐦 𝐭𝐡𝐞 𝐛𝐨𝐬𝐬 𝐨𝐟 𝐦𝐲 𝐨𝐰𝐧 𝐡𝐚𝐩𝐩𝐢𝐧𝐞𝐬𝐬 (versão portuguesa em baixo)


When I'm writing fiction, I'm a truly happy person.

Do you want to find out why?

I forget the insanity that has engulfed the world, the oppressors' wars, and the injustices perpetrated by the insane. They are all evil because they are unresolved with themselves.

How can I fight that?

I can be anywhere and at any time when I write. Either in the past, the present, or the future. I can freely travel through my imagination, describing anything exactly how I want it to happen.

Isn't that wonderful? Is this what happens to you when you sit down to write?

What if I'm a crazy writer? An evil mind that puts fictional thoughts into words in such a way that they almost sound real.

That is not an issue. I will not have such an impact on people that they will change their course simply because I said so. Rest in peace! I assure you that my beautiful imagination does no harm.

Why did I say beautiful? Am I being too narcissistic?

Absolutely not. It's beautiful because I can dream and write in whatever way I want. That is the power of verbalizing your thoughts.

Indeed, when I'm writing fiction, I'm a truly happy person.

Did you write any stories? What did you think?

--------------------------------------------------------------------------

𝐒𝐨𝐮 𝐝𝐨𝐧𝐨 𝐝𝐚 𝐦𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐩𝐫ó𝐩𝐫𝐢𝐚 𝐟𝐞𝐥𝐢𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞

 

Sou verdadeiramente feliz quando escrevo ficção.

Sabe porquê?

É quando esqueço a loucura que tomou conta do mundo, as guerras perpetradas pelos opressores e as injustiças dos loucos - são todos lunáticos porque não estão resolvidos com eles próprios.

Mas como luto contra este estado de coisas?

Quando escrevo posso estar em qualquer lugar e a qualquer hora, seja no passado, no presente ou no futuro. Posso viajar livremente pela minha imaginação, descrevendo algo exactamente como quero que aconteça.

Não é fantástico? Também acontece o mesmo quando você se senta para escrever?

E se eu for um escritor varrido da cabeça? Uma mente maligna que coloca pensamentos fictícios em palavras de tal forma que são quase reais?

Isso não é um problema, pois sei que não vou ter um impacto tão grande ao ponto das pessoas mudarem o seu rumo de vida simplesmente porque eu escrevi algo. Garanto-lhe que a minha bonita imaginação não traz nenhum mal ao mundo.

Mas por que disse bonita? Será que estou a ser narcisista?

Claro que não. É bonita porque posso sonhar e escrever do jeito que quiser. É esse o poder de verbalizar os meus pensamentos.

É por isso que sou verdadeiramente feliz quando escrevo ficção.

Já escreveu alguma história? O que sentiu?

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Reis de Portugal - D. Manuel I, O Venturoso

D. Manuel I é por mim considerado um dos mais importantes reis da História de Portugal. Em 2005 foi tema de um episódio da série da RTP, "A Alma e a Gente", do professor e historiador José Hermano Saraiva, que revi há pouco tempo no YouTube: https://youtu.be/TkAzIEcy5t0.

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Réplica de uma nau portuguesa no Museu Nacional do Omã

Em finais de Agosto de 2016, ao visitar o Museu Nacional do Omã, em Mascate, deparei-me com a réplica de uma nau portuguesa da autoria de Carlos Montalvão. Quando o contactei por e-mail, um ou dois anos antes, por causa do meu romance histórico “O Oriente Místico de Chao Balós”, estava ele embrenhado neste projecto, mostrando alguma preocupação com os prazos a cumprir. Fiquei muito satisfeito por ver o resultado do seu excelente trabalho exposto no outro lado do mundo.


segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Lisboa com 'stória

O Imponente Roçio

A pintura a óleo de autor desconhecido caracteriza o Roçio, em Lisboa, no período anterior ao terramoto de 1755. À direita temos a escadaria e Hospital de Todos-os-Santos. A Igreja de São Domingos está à esquerda num plano um pouco recuado.

O Castelo de São Jorge é bem visível no topo da colina e imediatamente à sua esquerda surge o imponente Convento da Graça. No terreiro é visível o chafariz de Neptuno.

Sensivelmente ao centro temos um cortejo fúnebre e à direita vislumbra-se um homem suspenso no ar por uma corda atada nos braços.

No meu romance histórico O Oriente Místico de Chao Balós, o Roçio é apresentado por João de Barros (o herói), lembrando essencialmente as palavras do amigo de infância Damião de Góis.

Rossio – Orvalho. Segundo Duarte Nunes, na sua Ortografia Portug., p. 73, é chuva miúda. Metaforicamente: suco, substância. Algumas vezes vale o mesmo que praça. O Roçio de Lisboa (Bluteau, Vocabulario, Tomo VII, p. 353).

A Praça D. Pedro IV, na Baixa de Lisboa, continua vulgarmente a ser conhecida pelo antigo nome de Rossio. No século XVI grafava-se Roçio.

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

Documentários

"Caravelas e Naus - Um Choque Tecnológico nos séculos XV e XVI"

Quando descrevi a viagem de Lisboa para Goa no meu romance histórico O Oriente Místico de Chao Balós fiz pesquisa exaustiva sobre a vida a bordo das naus e galeões da Carreira das Índias. Consultei crónicas e roteiros coevos. Quis ser o mais fiel possível à realidade de então. Deparei-me depois com o documentário "Caravelas e Naus - Um Choque Tecnológico nos séculos XV e XVI", da Panavideo Produções, disponível no YouTube. 

Vale a pena ver >>> https://youtu.be/7xUEZt0_osc






quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Momento Quora

Por que é tão difícil escrever um livro mesmo sem a inspiração e continuar até o final, mesmo cansado e indisposto e desmotivado?

Você sente-se esgotado emocionalmente, é certo, mas não consegue deixar para trás, ou desistir, porque apesar das adversidades, quer mesmo concluir o livro. Independentemente do tempo que durar, meses ou anos!

No fundo, quer ter aquela sensação de dever cumprido e de realização pessoal por atingir o objectivo. E também por finalmente chegar ao ponto em que tudo acaba.

Por vezes, são apenas momentos de desinspiração que limitam a sua capacidade de escrever em determinados períodos.

Pelo meio, acredito que sofra com crises de ansiedade e incerteza; seja assolado por muitas dúvidas e tudo o mais. Não será o primeiro nem o último a passar por isso e a concluir o que se propôs a iniciar. Outros há, que são inumes a tais estados emocionais. O mais importante é não desistir!

Veja o link no Quora: https://qr.ae/pveBoJ

sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Capítulo XXVI

O que Abenabo conhecia de Jerusálem 

    “Depois de Abenabo me falar miudamente da rua vulgarmente dita da amargura, pela qual Jesus Cristo foi com a Cruz às costas, desde a casa de Pilatos, até ao Calvário, onde foi por nós oferecido, e sacrificado, para a salvação do mundo, ouvi dele com muita curiosidade que o sagrado Monte Olivete fica numa encosta, em que subindo por um certo caminho, e chegando no meio dele, se acha à vista o Templo de Salamão, e quase toda a cidade.

É o dito Monte Olivete, onde o nosso Redentor recebeu a traição de Judas (que o entregou aos Romanos, antes d’Ele ir à casa de Caiphas, e à casa de Pilatos, e daqui ao Calvário), muy venerado por Turcos, e mouros, assim como por cristãos de muitas nações, que se põem ali a orar, e a cantar, e a contemplar, na vigília D’Ascensão de Nosso Senhor.

    Na Capela D’Ascensão fazem os moçalmans grande devoção à pedra onde está uma pegada do Redentor do mundo quando Ele teve por bem tornar aos Céus. A outra metade desta pedra, também com outra pegada de Jesus, está no Templo de Salamão, ali posta quando a terra era de cristãos, sendo agora tida em grande veneração por Turcos, e mouros”.

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Momento Quora

"Qual foi a ideia que te disparou a vontade de escrever um de seus livros?"

"Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Três coisas que cada pessoa deve fazer durante a sua vida" - José Martí, poeta cubano.

Tudo começou em Junho de 2012, quando fui orador no C&C Clube, em Macau - China, da palestra “Os portugueses no Sião”. No final do evento fui encorajado a escrever um livro sobre o tema da palestra.

Depressa percebi que não ia adiantar nada de novo ao que historiadores, ou investigadores, já tinham avançado. Decidi então escrever um romance histórico sobre um português do século XVI, que deixa o Reino de Portugal e vai para o Oriente, onde vive um sem-número de aventuras.

No primeiro ano escrevi 27 páginas no Word. Foram as mais difíceis de toda a obra. Vivia então em Macau.

Em Abril de 2014, durante uma das recorrentes viagens de fim-de-semana a Bangkok, despertou-me o interesse em centrar parte da história no antigo Reino do Sião, que grosso modo corresponde à actual Tailândia.

Em Setembro de 2018 aceitei uma oferta de trabalho e passei a residir em Bangkok. Foi também nesta grande metrópole asiática que terminei de escrever a minha obra de grande fôlego (são mais de quinhentas páginas).

E foi assim que nasceu O Oriente Místico de Chao Balós, agora disponível na loja online da Amazon. Se tiver oportunidade de ler, entre em contacto comigo e diga-me qual é a sua opinião.

Veja o link no Quora: https://qr.ae/pvWjra

À venda na Amazon

PORQUE VOAS TÃO ALTO? Este livro de poesia é uma viagem intensa pelas experiências de vida de um possível alter ego do autor. Desde o camp...