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segunda-feira, 8 de maio de 2023

Momento Quora

Quem é o maior escritor da língua portuguesa?

Esta é uma pergunta que tem sido alvo de debate há já bastante tempo. Alguns defendem que Luís Vaz de Camões é o maior escritor da língua portuguesa, outros argumentam que é Fernando Pessoa ou até mesmo José Saramago. No entanto, para mim, o maior escritor da língua portuguesa é Fernão Mendes Pinto.

A “Peregrinação”, publicada em 1614, trinta e um anos após a morte do autor, deixou-nos uma imagem bastante realista do Oriente, uma região então praticamente desconhecida na Europa do século XVI. Pinto teve uma vida fabulosa repleta de experiências extraordinárias.

Nasceu em Montemor-o-Velho, Portugal, em 1510-14, e viajou para o Oriente em 1537. Durante a sua vida andou por várias regiões do mundo, incluindo a Índia, a China, o Japão, a Malásia e a Indonésia. As suas aventuras eram tão fantásticas que muitos questionaram a veracidade dos relatos.

No entanto, acredito que é essa mistura única de realismo e fantasia que torna Fernão Mendes Pinto o maior escritor da língua portuguesa. A “Peregrinação” é uma representação autêntica da vida no Oriente no século XVI, mas também tem um cunho de quimera épica repleta de aventuras incríveis.

Veja a publicação no Quora: https://qr.ae/pyI6R4

quinta-feira, 24 de novembro de 2022

"O Oriente Místico de Chao Balós", Cap. XXX

 O português de muito bom espírito e disposição

"Estava eu neste porto de Banta, defronte do junco que nos ia levar até Odiaa, aguardava que a monção ficasse a nosso favor para podermos caminhar até Noroeste, quando nesta terra de Sunda, ricamente abastada de especiarias, dei com um Português, por nome Fernão Mendez Pinto, que aqui chegara com pouquíssima fazenda.

Depois de passar muitos trabalhos, e perigos, dos quais mais adiante darei razão, queria ele fazer a viagem por outros caminhos; mas depressa desmontei a sua ideia de fazer outra derrota se não aquela que me levaria até Odiaa. E fiz muy bom caso em o ajudar, dizendo-lhe que não fosse para o Chincheo; mas que se embarcasse no meu junco; porque lhe fazia o gasto da jornada, e lhe prometia fazer algum empréstimo, com o qual tornasse de novo a tentar a fortuna".

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